2007-05-04

Gente


Perguntei-me aonde pára
A gente que fala meu pai
Que olha de frente, que encara
A gente que passa e repara
No gato que brinca, na chuva que cai

Gente que viva é urgente
De quem não tem que seja a voz
Inquieta mas coerente
Gente que lembre da gente
Mesmo que não precise de nós

3 comentários:

nunofer77 disse...

Térix..
Em poucas palavras..

É bem melhor ler aqui, do que no jornal :-)

Desconhecia esa tua vocação, algures perdida num baú dentro de ti.

Tenho a certeza que em parte, esse baú foi descoberto pela voz do coração...

Avisa quando for a boda ;-)

Abraço, NF

Anónimo disse...

terix

sim senhor...agora poeta...está engraçado....(embora não perceba nada de poesia...tirando bocage!!)

mal vi as caçadas requintadas...recodei-me de o teres escrito....

aquele abraço..da-lhe com a alma...e pelo que li deixa o tabaco!!!!!

bjs

tito

Anónimo disse...

Li nos teus olhos o sorriso
Uivaste-me ao ouvido uma lagrima
Imensa será a minha dor
Sempre que teu coraçao o exprima
com todo o teu explendor...

um poema dedicado a ti!