
Perguntei-me aonde pára
A gente que fala meu pai
Que olha de frente, que encara
A gente que passa e repara
No gato que brinca, na chuva que cai
Gente que viva é urgente
De quem não tem que seja a voz
Inquieta mas coerente
Gente que lembre da gente
Mesmo que não precise de nós
A gente que fala meu pai
Que olha de frente, que encara
A gente que passa e repara
No gato que brinca, na chuva que cai
Gente que viva é urgente
De quem não tem que seja a voz
Inquieta mas coerente
Gente que lembre da gente
Mesmo que não precise de nós

3 comentários:
Térix..
Em poucas palavras..
É bem melhor ler aqui, do que no jornal :-)
Desconhecia esa tua vocação, algures perdida num baú dentro de ti.
Tenho a certeza que em parte, esse baú foi descoberto pela voz do coração...
Avisa quando for a boda ;-)
Abraço, NF
terix
sim senhor...agora poeta...está engraçado....(embora não perceba nada de poesia...tirando bocage!!)
mal vi as caçadas requintadas...recodei-me de o teres escrito....
aquele abraço..da-lhe com a alma...e pelo que li deixa o tabaco!!!!!
bjs
tito
Li nos teus olhos o sorriso
Uivaste-me ao ouvido uma lagrima
Imensa será a minha dor
Sempre que teu coraçao o exprima
com todo o teu explendor...
um poema dedicado a ti!
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