
Esperei por mim no fundo da avenida
No fundo, cheguei a achar que nem vinha
Quis até apostar, mas dinheiro não tinha
Lamentei o atraso e a hora perdida
Mas conheço-me bem, sei que a culpa é só minha
Ao chegar desculpei-me no mesmo instante
E embora o pensasse, não me quis criticar
Inventei uma história e deixei-me enganar
Mesmo desacreditado não quis ser distante
E sorri! - “Mais vale tarde, que nunca chegar!”
Logo enveredei pela conversa do costume
Irritei-me, estive mesmo para ir embora
Só não fui por ser eu, mas avisei que era hora
Já não há paciência para tanto queixume
De mim não levo nada! Para mudar que seja agora
Assim não dá! Não aguento mais
Jurei a mim mesmo a conduta alterar
E já agora a forma de estar e pensar
Que foram sempre atitudes iguais
As que me impediram de avançar
Alá-Riba, puxo por mim
É desta que avanço no mar
Puxo a corda que quero desancorar
Inquieto-me e busco por fim
Um caminho para navegar
No fundo, cheguei a achar que nem vinha
Quis até apostar, mas dinheiro não tinha
Lamentei o atraso e a hora perdida
Mas conheço-me bem, sei que a culpa é só minha
Ao chegar desculpei-me no mesmo instante
E embora o pensasse, não me quis criticar
Inventei uma história e deixei-me enganar
Mesmo desacreditado não quis ser distante
E sorri! - “Mais vale tarde, que nunca chegar!”
Logo enveredei pela conversa do costume
Irritei-me, estive mesmo para ir embora
Só não fui por ser eu, mas avisei que era hora
Já não há paciência para tanto queixume
De mim não levo nada! Para mudar que seja agora
Assim não dá! Não aguento mais
Jurei a mim mesmo a conduta alterar
E já agora a forma de estar e pensar
Que foram sempre atitudes iguais
As que me impediram de avançar
Alá-Riba, puxo por mim
É desta que avanço no mar
Puxo a corda que quero desancorar
Inquieto-me e busco por fim
Um caminho para navegar

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